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SWOT ANALYSIS - Uma ferramenta para diagnóstico.

Agosto 2008

Muitas vezes o IBC é chamado para fazer um diagnóstico situacional e a partir daí, uma proposta para aumento da competitividade das empresas. Existem várias ferramentas para isto, mas a que vemos como a que maior contribuição pode dar, é o SWOT ANALYSIS.

Uma coisa muito curiosa é saber desde quando é usada, pois muitos ainda a desconhecem e não sabem para que serve até os dias de hoje.

Vamos começar, com a questão que sempre surge: para que serve?


  • Análise de cenário
  • Análise de ambiente
  • Ferramenta de diagnóstico
  • Verificar a posição estratégica

A grande maioria conhece o SWOT ANALYSIS, na versão moderna, desenvolvida por Kenneth Andrews e Roland Christensen, apresentada em 1994 em Harvard - USA, que é a que mostraremos de forma esquemática, logo mais.

Mas ela existe desde 500 a.C., quando o general SUN TSU a aplicava para ter o exército mais poderoso de seu tempo. Um de seus principais ensinamentos, era: "concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças".

O que impressiona é o fato de existir uma metodologia tão antiga, mas também ao mesmo tempo tão atual, que todos podem lançar mão e otimizar os resultados de suas organizações. Quando não o fazem, estão correndo o risco de em pouco tempo, sucumbir à concorrência cada vez mais acirrada.

Vamos mostrar esquematicamente, como o SWOT ANALYSIS se desenvolve:

Vejamos em que contexto o SWOT ANALYSIS é desenvolvido:

E por último, qual é o ambiente para as empresas se desenvolverem:

Muito se poderia detalhar cada um destes pontos abordados, mas consideramos que a melhor forma para se fazer um diagnóstico situacional e a partir daí, definir as ferramentas estratégicas de gestão para mudar mais rapidamente os resultados das organizações, é convocar o IBC para uma reunião de esclarecimentos e à partir daí, auxiliá-los a alavancar seus resultados.

Entendemos que todos os gestores podem fazer este trabalho, mas o que lhes falta é a velocidade para que isto aconteça, pois está tão compromissado com tantos outros fatores, que não tem tempo hábil para implementá-lo.

Sem velocidade, poderá ser muito tarde para mudar.

Autor: Lauro Rubens Duarte Volaco
Empresa: IBC - Instituto Brasileiro para a Competitividade